Controle de ponto para obra e equipe externa
Várias frentes, equipes espalhadas e turnos que mudam — o controle de ponto pensado para quem não trabalha sentado.
Obra e prestação de serviço externo reúnem tudo o que o controle de ponto tradicional resolve mal: gente espalhada por frentes diferentes, sinal de internet irregular, turnos que mudam e exposição alta à fiscalização do trabalho.
Marcação sem depender de sinal
No canteiro, a conexão costuma ser instável. O Clockly grava a marcação no próprio dispositivo e sincroniza depois, preservando o horário real do registro. O trabalhador não fica impedido de bater o ponto porque a operadora oscilou.
Várias frentes, cada uma com seu perímetro
Cada local pode ter coordenada e raio próprios. Uma construtora com três obras configura as três, e a marcação de cada equipe é validada contra o perímetro correto — sem misturar os registros nem exigir um aparelho por canteiro.
Terminal no canteiro, sem instalação
Um tablet comum no barracão vira terminal de ponto: o trabalhador se identifica por QR Code no crachá, por senha ou por reconhecimento facial, sem login individual. Para quem não tem smartphone — situação comum em obra — é a alternativa que mantém todo mundo no mesmo sistema.
O reconhecimento facial ajuda especificamente contra a marcação por terceiro, que é a fraude mais comum quando o crachá circula entre colegas.
Escalas e turnos que mudam
O sistema comporta escalas com histórico de vigência: se a escala de alguém muda no meio do mês, os dias já trabalhados continuam calculados pela escala antiga. Sem isso, uma troca de turno recalcularia o mês inteiro e criaria falta ou hora extra que nunca existiram.
Prova pronta para fiscalização
Cada marcação guarda data, hora, geolocalização e IP, e a exportação sai em PDF, Excel e AFD. Em setores com fiscalização frequente, ter o arquivo à mão no prazo pedido pelo auditor é a diferença entre resolver o pedido em minutos ou virar autuação.
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